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Evangelho Meditado

Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018

Tema: Santa Luzia, Virgem e Mártir (Memória)

Is 41,13-20: Eu sou o teu Salvador, o Santo de Israel.

Sl 144 (145), 1.9. 10-11. 12-13ab (R. 8): Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão.

Mt 11,11-15: Não surgiu nenhum maior do que João Batista.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: Em verdade eu vos digo, de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele. Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam. Com efeito, todos os profetas e a Lei profetizaram até João. E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir. Quem tem ouvidos, ouça.

Comentário

Anos atrás várias famílias foram desalojadas de um terreno que haviam tomado para si. Pessoas pobres, sem trabalho, com poucos pertences. No despejo foram espancados, perderam seus pertences, seus ranchos de lata e papelão foram queimados. Alguns foram detidos e presos. Porém chamou a atenção a força de uma mulher adulta que no meio da tragédia manifestou sua plena confiança em Deus, “é o único que não nos tiraram nem poderão nos tirar”. Quando os pobres põem sua esperança em Deus não há poder humano que os possa derrotar em suas lutas por alcançar melhores condições de vida. João é apresentado por Jesus como “o novo Elias”, o grande profeta do Antigo Testamento que todos esperavam. É profeta porque vive uma profunda experiência de Deus, interpreta os sinais dos tempos e anuncia o imediato advento do Reino de Deus. Quantos João Batista estão por aí mantendo a esperança dos pobres, como a senhora da história. Advento é tempo propício para descobrir profetas da esperança. Como você vive a vocação profética no meio de sua gente?

Santo do Dia

S. Luzia

séc. III e IV ? mártir ? \"Luzia? vem de \"Lúcia? e quer dizer
\"aquela que é luzente como a aurora, iluminada? ? É invocada contra a cegueira do corpo e da alma


Luzia ou Lúcia sofreu o martírio em Siracusa, provavelmente durante a perseguição de Diocleciano (sécs. III-IV). Foi uma das santas mais veneradas na Igreja dos primeiros séculos, como indica uma inscrição encontrada nas escavações da catacumba de S. Giovanni: \"Eusquia, a irrepreensível, viveu santa e pura cerca de quinze anos; morreu na festa de minha S. Luzia, a qual não pode ser louvada como merece? (Palacin, L., op. cit. p. 193). Segundo as Atas, Luzia pertencia a uma família nobre e rica de Siracusa. Prometida em matrimônio, ela adiou o casamento, pois havia feito voto de consagrar a Deus toda a sua vida. Caindo a mãe gravemente enferma, Luzia levou-a à tumba da S. Águeda. Em virtude da cura obtida, a mãe consentiu que ela se dedicasse à vida religiosa e distribuísse os bens aos pobres. Revoltado com a atitude de sua pretendida, o noivo denunciou-a ao procônsul Pascásio. Ela confessou destemidamente sua fé. Decidiram, então, expô-la à humilhação pública, mas seu corpo ficou tão pesado que dezenas de homens não puderam arrastá-lo. As chamas também nada puderam contra ela. Por fim, foi decapitada.
Ó Virgem admirável, cheia de firmeza e de constância, que nem as pompas humanas puderam seduzir, nem as promessas, nem as ameaças, nem a força bruta puderam abalar, porque soubeste ser o templo vivo do Divino Espírito Santo. O mundo cristão vos proclamou advogada da luz dos nossos olhos, defendei-nos, pois, de toda moléstia que possa prejudicar a nossa vista. Alcançai-nos a luz sobrenatural da fé, esperança e caridade para que nos desapeguemos das coisas materiais e terrestres e tenhamos a força para vencer o inimigo e assim possamos contemplar-vos na glória celeste. Amém.

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